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Mães e Pais: e se pararmos para pensar que é destas diferenças que criamos pequenos muitas vezes mais plenos?

May 8, 2017

 

 

Nosso mundo atual - graças a muitas e muitas ações da Psicologia, inclusive - abarca muitas mais formas de famílias que antes. 

 

E independente dos conceitos e histórias de cada um de nós, é mais frequente que infrequente, que os diferentes componentes destas famílias assumam papéis com estilos parentais distintos. Ou seja, um pode ser mais autoritativo, outro mais permissivo (Oliveira; Yokomizo,;  Rossini-Dib, 2015), mas uma coisa fica clara para os pequenos: as pessoas que os cercam são eleitas por eles como figuras representativas, agem com eles de formas distintas.

 

É importante que sejam afetivos e tragam as seguranças necessárias, mas naturalmente cada adulto terá seu jeito de fazer isso….

 

 

Eu não sei qual a realidade de vocês, mas lá em casa, com uma

frequência pequena, mas com certa frequência, eu e ele (pai), nos bicamos em alguns pontos quando o assunto é o jeito de criar a Naná.

 

 

 

Temos milhares de denominadores comuns: nossos valores essenciais e de extrema importância para nós são bem parecidos.

 

Afff, mas tem vezes que ele faz as coisas de um jeito, viu…que….E tudo bem! E ainda bem!

 

Segundo estudos, para os pequenos, conviver com estas formas diferentes, mas garantidamente carregadas de amor, traz grandes benefícios.

 

Um estudo bacana na área é o da Michal Al-Yagon (2015), que em um dos seus vários estudos sobre estilos parentais e aspectos do apego, ao falar de crianças com dificuldades de aprendizagem, chama atenção ara o seguinte ponto: 

 

PAIS E MÃES SÃO IGUALMENTE IMPORTANTES MAS CONTRIBUEM DE FORMAS DISTINTAS PARA O DESENVOLVIMENTO DOS PEQUENOS.

 

Ela traz resultados da análise de 206 casais (107 de crianças com dificuldades de aprendizagem) e aponta que, nesta amostra:

 

- quanto maior a incidência de uma relação segura (apego seguro - ainda falaremos mais sobre isso), menor o risco dos pequenos desenvolverem transtornos emocionais;

- relação mãe-filho: associada à percepção de maior ou menor ajustamento social;

- relação pai-filho: associada à maior ou menor capacidade de enfrentamento de situações adversas.

 

Bem, por mais que o estudo seja ligado à estas populações, nos ajuda a dar base à certas reflexões, não é?

 

Assim, temos alguns princípios fundamentais a seguir sempre que sabemos que os direitos básicos dos pequenos estão garantidos:

  • discordâncias de ideias de adultos é papo de adultos e isso não se discute na frente dos pequenos;

  • por esse aspecto e em qualquer outra questão, não desvalorizamos outra figura de referência para as crianças na frente deles. Isso é bastante importante e vale muito a pena o exercício

 

E com isso e por isso penso com frequência, que realmente tudo bem e ainda bem que ele (pai), tem o jeito especial dele de lidar com a Naná e mesmo que isso seja diferente do meu jeito, fazemos o nosso exercício diário (e às vezes precisa de reforço do outro) de que nenhum de nós está certo ou errado, e enquanto nosso bem maior estiver cercada de amor, ela terá muita sorte de perceber que no mundo somos diferentes, lidamos com coisas de forma diferentes e tudo bem…ainda bem!

 

 

 

 

 

Beijos Bom pra Cuca.....

 

 

Referências:

 

Oliveira, G.M.R; Yokomizo, J.E.;  Rossini-Dib, D. Funções cognitivas: uma explicação para os pais. Como entendê-las na vida prática. IN: Pantano, T.; Rocca,  C.C.A. (Org) Como se estuda? Como se aprende? - Um guia para pais, professores e alunos, considerando os princípios das neurociências. Pulso, São Paulo, 2015.

 

Al-Yagon, M. (2015). Fathers and mothers of children with learning disabilities: Links between emotional and coping resources. Learning disability quarterly, 38(2), 112-128.

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